Imunidade de longo prazo ainda é incógnita na vacina de Oxford

Pesquisa mais avançada sobre uma vacina contra o novo coronavírus, em teste também no Brasil, ainda não conseguiu responder à questão da imunização duradoura, decisiva para a eficácia do medicamento

(Foto: REUTERS / Agustin Marcarian)


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Deutsche Welle (DW) - O avanço nos testes da Universidade de Oxford para uma vacina contra o coronavírus Sars-Cov-2, causador da covid-19, criou a expectativa de que ela possa estar pronta até o fim de 2020. O governo britânico já encomendou de antemão 100 milhões de doses.

De fato, os resultados das fases iniciais de testes em humanos, publicados pelos cientistas na revista especializada The Lancet, são promissores. A vacina gerou uma resposta do sistema imunológico, produzindo anticorpos para combater o coronavírus, com poucos efeitos colaterais. Esses anticorpos foram detectados ao longo de 56 dias, quando os testes preliminares foram encerrados.

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Não está claro, portanto, se os anticorpos produzidos pela vacina duram mais de 56 dias ou se a vacina garante uma imunização duradoura. "Ainda não há dados sobre isso", resume o professor de imunologia Carsten Watzl, do Instituto Leibniz de Dortmund.

Leia a íntegra no site da DW.

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