Governo neoliberal do Equador deixa pessoas morrerem nas ruas por coronavírus e não recolhe os corpos
Lenin Moreno mostra-se incapaz de gerir crise decorrente da pandemia do coronavírus e em Guayaquil. As pessoas morrem em suas casas e até nas ruas e os corpos esperam dias para serem recolhidos
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247 - O presidente neoliberal do Equador, Lenín Moreno, eleito pelo ex-presidente de esquerda Rafael Correa, a quem traiu logo depois da posse, em 2017, está apresentando ao mundo imagens sem precedentes: pessoas morrem com o coronavírus nas casas e nas ruas e os corpos esperam dias para serem recolhidos. Segundo reportagem da BBC, “Os depoimentos de parentes e vizinhos das vítimas são de horror. ‘Meu tio morreu em 28 de março e ninguém vem nos ajudar. Vivemos no noroeste da cidade [Guayaquil]. Os hospitais disseram que não tinham macas e ele morreu em casa. Ligamos para o 911 (serviço de emergência) e nos pediram paciência. O corpo ainda está na cama, onde ele morreu, porque ninguém pode tocá-lo’, diz Jésica Castañeda, sobrinha de Segundo Castañeda”.
A província de Guayas, onde Guayaquil está localizada, registrou, ao menos segundo os dados oficiais até 1º de abril, mais vítimas da covid-19 do que países latino-americanos inteiros: 60 mortos e 1.937 infectados (1.301 apenas na capital, Guayaquil). No mesmo período, na Colômbia, por exemplo, são 16 mortos, e na Argentina são 27.
O colapso do sistema funerário é total foi formada uma força-tarefa conjunta para enterrar todos os mortos.
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