Seis meses depois de carta da empresa, governo Bolsonaro decide comprar vacina da Pfizer

Acordo que será fechado pelo ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, prevê compra de 100 milhões de doses. CEO da companhia enviou carta em setembro com oferta, mas foi ignorado

(Foto: REUTERS/Dado Ruvic)


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247 - Depois de ter desprezado a vacina da Pfizer, o governo Bolsonaro finalmente chegou a um acordo com a multinacional americana para a compra do imunizante contra a Covid-19.

Segundo reportagem de Mariana Muniz, da Veja, o acordo foi sacramentado nesta quarta-feira (3) e deve ser anunciado pelo ministério da Saúde, Eduardo Pazuello.

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A negociação prevê a compra de 100 milhões de doses, que serão entregues ao longo do ano.

O acordo é fechado seis meses após o envio de uma carta pelo CEO da Pfizer ao governo brasileiro e nove meses depois da primeira oferta da empresa.

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Considerada uma das mais eficazes, a vacina da Pfizer vinha sendo barrada por regras impostas pelo governo brasileiro.

Segundo reportagem do G1, também há acordo para adquirir vacina da Janssen. Os dois contratos estão em fase de elaboração e devem ser assinados até o início da próxima semana.

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Estados e municípios

A decisão foi tomada após a aprovação nesta terça (2) pela Câmara dos Deputados de projeto que facilita a compra de vacinas por União, estados, municípios.

Nesta terça, o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), disse que o Estado pretende comprar 20 milhões de doses da vacina da Pfizer - além de outros 20 milhões da Sputnik V.

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