EUA merecem o título de "país mais fracassado do mundo na luta contra a pandemia", diz mídia chinesa
Segundo as estatísticas do New York Times, na última semana, o número de casos confirmados diários ultrapassou 118 mil no país, e o dos novos hospitalizados por dia superou 66 mil
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Rádio Internacional da China - “É quase impossível encontrar um hospital que tenha o ECMO de que o meu marido necessita”, disse uma norte-americana, Susan Walker, muito preocupada. Nos últimos dias, ela perguntou a todos os hospitais do estado da Flórida, mas nenhum possui um ECMO disponível para seu marido que se encontra em um estado grave da Covid-19.
Hoje, a quarta onda da pandemia atingiu os EUA. Segundo as estatísticas do New York Times, na última semana, o número de casos confirmados diários ultrapassou 118 mil no país, e o dos novos hospitalizados por dia superou 66 mil. Muitos hospitais estão funcionando em plena capacidade. Até a quarta-feira (11), os casos confirmados da Covid-19 já haviam ultrapassado 36 milhões, nos quais 610 mil morreram. Ambas as cifras são as mais altas do mundo.
A realidade trágica faz com que a conclusão da Bloomberg de que “os EUA estão em primeiro lugar na luta antiepidêmica” seja muito irônica, e prova o que consta no relatório publicado por três think-tanks da China de que os EUA “são o país mais fracassado no combate à Covid-19”.
Se dermos uma olhada à resposta dos EUA à pandemia desde seu surto, descobriremos facilmente que o motivo fundamental do fracasso do país reside no fato de que os políticos no poder colocam seus interesses acima da vida do povo.
No início do surto, o governo de Donald Trump tentou reduzir o risco da crise sanitária para estabilizar a economia e a taxa de emprego, a fim de consolidar a base para a sua reeleição pelo Partido Republicano. No entanto, o Partido Democrático estava focado na briga e não tinha ações reais contra a pandemia. Com a propagação do vírus, quase todas as medidas antiepidêmicas, tais como teste de ácido nucléico, uso de máscara, distância social, vacinação, entre outras, ficaram reféns da luta partidária. Como consequência, os EUA perderam o tempo propício para o controle da contaminação e os norte-americanos que não deveriam morrer perderam suas vidas.
Os EUA não conseguem controlar a contaminação do vírus dentro do seu próprio território e ainda prejudicam a cooperação global na luta antiepidêmica. A revista estadunidense, The Atlantic, reclamou em junho do ano passado: “Estamos vivendo num país fracassado.”
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