Especialista defende 3ª dose de vacina para idosos que receberam Coronavac

Estudo que reúne cientistas de instituições nacionais e internacionais constatou que entre o grupo de 80 anos ou mais a eficácia da Coronavac ficou abaixo de 50,7%

Instituto Butantan e CoronaVac
Instituto Butantan e CoronaVac (Foto: Marcos Santos/USP Imagens | Reuters)


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247 - Uma pesquisa realizada pela Vebra Covid-19, que reúne especialistas nacionais e internacionais constatou que, entre o grupo de 80 anos ou mais, a eficácia global da vacina CoronaVac contra a Covid-19 fica abaixo de 50,7%, que foi a proteção indicada nos estudos clínicos do Instituto Butantan. O índice acendeu um alerta para o médico o médico imunologista Jorge Kalil, que defendeu a aplicação de uma terceira dose para a imunização de idosos vacinados com o imunizante.  

O infectologista defendeu, em entrevista ao UOL,  que a dose de reforço seja aplicada em pessoas com idade acima de 60 anos, e que seja com um imunizante diferente. "Acho, particularmente, que devemos dar reforço sim porque essas são as pessoas com mais chances de morrer, o que seria lamentável. O que queremos é salvar vidas e, depois, diminuir a transmissão do vírus”, pontuou. 

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