Em reunião com a Anvisa, Pfizer diz que só pedirá uso emergencial se tiver contrato com governo

Até o momento, o Ministério da Saúde tem apenas um memorando assinado com a Pfizer no qual manifesta interesse de compra das vacinas

(Foto: Reuters)


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247 - A farmacêutica Pfizer disse à Anvisa, em reunião realizada nesta quarta-feira (30), que só encaminhará à agência um pedido para autorização de uso emergencial de sua vacina contra a Covid-19 caso feche um contrato com o governo brasileiro, segundo o jornal O Globo.

Atualmente, o Ministério da Saúde tem apenas um memorando assinado com a Pfizer, afirmando ter interesse na compra de 70 milhões de doses do imunizante caso a substância seja aprovada pela Anvisa.

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A Pfizer ainda reclamou do processo de autorização de uso emergencial da Anvisa que, segundo a empresa, exige “análises específicas” que deixam o processo mais lento. O secretário do Ministério da Saúde Élcio Franco disse na terça-feira (29) que as exigências da Anvisa são iguais as da FDA, agência reguladora dos EUA.

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