Diretor da Anvisa pedirá a Bolsonaro veto ao prazo de cinco dias para análise de uso emergencial de vacinas contra a Covid-19

"O que protege o cidadão brasileiro é um escudo chamado Anvisa", afirmou Antônio Barra Torres, diretor da agência. "Esse escudo está sendo removido das mãos dos servidores e gerando uma insegurança sanitária"

Antonio Barra Torres, diretor da Anvisa
Antonio Barra Torres, diretor da Anvisa (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)


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247 - O diretor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antônio Barra Torres, afirmou, nesta quarta-feira (10), que pedirá a Jair Bolsonaro o veto a um trecho da medida provisória que prevê um prazo de cinco dias para aprovação de uso emergencial de vacinas contra a Covid-19. Os dois têm uma reunião marcada nesta quarta.

"O que protege o cidadão brasileiro é um escudo chamado Anvisa. Esse escudo está sendo removido das mãos dos servidores e gerando uma insegurança sanitária, na medida em que o texto, no seu artigo quinto, logo na sua primeira fase, contempla uma única possibilidade: que é de conceder autorização. É como que dizer ao juiz antes do julgamento: o réu já está condenado ou absolvido", disse Barra Torres em entrevista à GloboNews.

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A medida (MPV nº 1.003/2020) foi aprovada pelo Senado no dia 4 e também já passou pela Câmara. Agora, só precisa de sanção presidencial para entrar em vigor.

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