Com atraso, Ministério da Saúde fecha contrato e Fiocruz poderá produzir IFA de vacina

O contrato que permite a produção de insumos pela Fiocruz deveria ter sido assinado em janeiro. O IFA nacional permitirá que o Brasil acelere o processo de vacinação

Vacinação contra Covid-19 em  São Gonçalo, Rio de Janeiro
Vacinação contra Covid-19 em São Gonçalo, Rio de Janeiro (Foto: REUTERS/Ricardo Moraes)


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247 - Em cerimônia nesta terça-feira (1) em Brasília, o Ministério da Saúde fechou um contrato de transferência de tecnologia da Astrazeneca para a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), o que permitirá que a fundação produza em território nacional o insumo da vacina contra Covid-19. 

O acordo vem com atraso, já que a previsão para a assinatura do contrato era para janeiro de 2021.

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A produção nacional do insumo, o IFA, permitirá ao Brasil acelerar o processo de imunização da população e, além disso, garantirá mais independência no processo de vacinação. As doses produzidas a partir do IFA brasileiro devem ficar prontas em outubro.

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, exaltou a atuação do governo federal para a assinatura do contrato. "Os atos de assinatura de contratos que hoje testemunhamos evidencia o acerto da estratégia de vacinação contra Covid-19 do governo federal, em um cenário de total incerteza da viabilidade de um imunizante".

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Jair Bolsonaro, que também participou da solenidade, pediu reconhecimento ao ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello e ao ex-ministro das Relações Exteriores Ernesto Araújo pelo suposto trabalho nas tratativas de transferência de tecnologia. Ambos são alvos importantes da CPI da Covid, que considera que a dupla dificultou o acesso do Brasil a imunizantes.

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