Brasil volta a superar EUA em mortes de Covid-19 por 100 mil habitantes

Brasil registra 175,6 mortes para cada 100 mil habitantes e os EUA, 171,4 óbitos para cada 100 mil habitantes

Sepultamentos no Cemitério Nossa Senhora Aparecida em Manaus. Causado pela Pandemia do Covid-19
Sepultamentos no Cemitério Nossa Senhora Aparecida em Manaus. Causado pela Pandemia do Covid-19 (Foto: Alex Pazuello/Semcom)


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247 - O Brasil voltou a superar os Estados Unidos, país mais afetado pela pandemia do novo coronavírus desde seu início, em número de mortes de Covid-19 por 100 mil habitantes.

Na última quinta-feira, 15, segundo os dados da Universidade Johns Hopkins e do site Our World in Data, o Brasil tinha 171,9 mortes por Covid-19 a cada 100 mil habitantes, e os EUA 170,8 mortes a cada 100 mil.

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Com os dados mais recentes, o Brasil registra 175,6 mortes para cada 100 mil habitantes e os EUA, 171,4 óbitos para cada 100 mil habitantes.

Enquanto nos EUA, a vacinação já está disponível para todas as pessoas acima de 16 anos, no Brasil, a imunização da população pouco avança.

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Brasil registra 1.347 mortes por Covid-19

O Brasil registrou nas últimas 24 horas 1.347 mortes por Covid-19, totalizando 374.682 óbitos pela doença desde o início da pandemia no Brasil, segundo dados divulgados nesta segunda-feira, 19, pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass).

Foram contabilizados também 30.624 casos de coronavírus no último dia, totalizando 13.973.695 casos.

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Às segundas-feiras os números de casos e mortes costumam ser menores em razão do represamento de dados que ocorre durante o final de semana.

Brasil pode chegar a 600 mil mortos em agosto

A situação sanitária que já grave ainda pode se agravar, conforme aponta o professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) e ex-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) Gonzalo Vecina. 

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Em entrevista ao programa Revista Brasil TVT, o infectologista adverte que, diante do ritmo atual de contaminações, a estimativa é que o Brasil chegue em agosto com mais de 600 mil mortos pela Covid. “Porque de fato não estamos vendo nenhuma movimentação no sentido de reduzir a possibilidade de encontro (com a doença).”

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