AstraZeneca quer usar sua vacina combinada com a Sputnik V, da Rússia

A vacina da AstraZeneca, criada em parceria com a Universidade de Oxford, é uma das quatro que estão sendo testadas no Brasil. A vacina de Oxford e a russa são de tecnologia semelhante e o uso combinado delas pode aumentar a eficácia da imunização contra o coronavírus

AstraZeneca e Sputnik V
AstraZeneca e Sputnik V (Foto: Reuters)


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247 - A AstraZeneca, farmacéutica responsável pela produção de uma das quatro que estão sendo testadas no Brasil, anunciou nesta sexta-feira (11) que vai estudar a possibilidade de combinar seu imunizante experimental contra a Covid-19, desenvolvido em parceria com a Universidade de Oxford, com a Sputnik V, desenvolvida pelo Instituto Gamaleya, na Rússia.

Segundo reportagem do portal G1, o anúncio foi feito depois que os próprios desenvolvedores da Sputnik V sugeriram, no Twitter, que a AstraZeneca tentasse a combinação para aumentar a eficácia da vacina.

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Ambas as vacinas usam um vetor viral – nesse tipo de vacina, os pesquisadores usam um outro vírus, modificado, para introduzir parte do material genético do novo coronavírus (Sars-CoV-2) no organismo e induzir a resposta do sistema de defesa do corpo.

A reportagem esclarece que, nas duas vacinas, o tipo de vírus que "carrega" o coronavírus para o corpo é um adenovírus, a diferença é que, na vacina de Oxford, os adenovírus usados nas duas doses são iguais. Na Sputnik V, eles são diferentes. Segundo os cientistas russos, isso é uma grande vantagem da vacina Sputnik. 

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