Argentina pode imunizar 10 milhões de pessoas com a vacina russa Sputnik V a partir do final de dezembro

"O acordo com a Rússia nos dá muita tranquilidade", disse o presidente argentino Alberto Fernandez, anunciando como continuarão as medidas de saúde para o coronavírus

Alberto Fernández
Alberto Fernández (Foto: Reprodução)


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247 - O presidente da Argentina, Alberto Fernández, confirmou nesta sexta-feira (6), que 10 milhões de cidadãos do país sul-americano poderão ter acesso à vacina russa Sputnik-V até o final de dezembro.

Em mensagem oficial, o presidente especificou que chegarão à Argentina 20 milhões de doses, já que o medicamento consiste em duas aplicações, informa a RT.

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“Recebemos a possibilidade de ter 10 milhões de vacinas, ou seja, 20 milhões de doses. É uma vacina que dá uma primeira dose e 21 dias depois dá uma segunda. Poderíamos cobrir 10 milhões de pessoas, se tudo der certo, por volta do final de dezembro", declarou.

O presidente manteve uma conversa com seu homólogo russo, Vladimir Putin, na qual discutiram as perspectivas de implementação dos acordos sobre o uso do Sputnik V.

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“Estamos trabalhando com o fundo soberano da Rússia para que possamos fazer um acordo entre os países, para o fornecimento de vacinas”, disse Fernández na tarde desta sexta-feira.

E acrescentou: “O acordo com a Rússia dá-nos muita tranquilidade, porque nos permite pensar que teremos a vacina rapidamente. De qualquer forma, continuamos a negociar com outros fornecedores”, já que o país assinou acordos com os laboratórios da Pfizer (EUA), Astrazeneca-Oxford (Reino Unido) e Sinofarm (China).

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Na conversa, Putin e Fernández confirmaram a disposição de continuar desenvolvendo "cooperação mutuamente benéfica" entre os dois países, "em todas as esferas principais, inclusive comercial e econômica".

Ao anunciar as novas medidas sanitárias no quadro da pandemia, o chefe de Estado apelou a "unir esforços para vacinar os argentinos" e lembrou que o problema sanitário "ainda não acabou.

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