Após recusas, Pfizer faz novas ofertas de vacinas para o governo Bolsonaro até 2023
Tratativas miram a compra de vacinas contra a Covid-19 visando 2022 e 2023. O pedido foi feito pela cônsul-geral do Brasil em Nova York, nos Estados Unidos à Pfizer em abril deste ano
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247 - A CPI da Covid está de posse de um telegrama enviado ao Itamaraty pela a cônsul-geral do Brasil em Nova York, a embaixadora Maria Nazareth Farani Azevêdo, sobre uma reunião dela com o vice-presidente sênior para política global da Pfizer, Jon Selib, em 27 de abril deste ano, em que tratam sobre a negociação de "no mais curto prazo possível" compra de vacinas contra a covid-19 visando 2022 e 2023, mesmo com toda a série de ofertas ignoradas em 2020 pelo governo Bolsonaro.
“[Jon Selib] agradeceu a iniciativa do encontro e convidou o governo brasileiro a iniciar no mais curto prazo possível conversas sobre vacinas para 2022 e 2023. Mas não deixou de dizer que ficaria atento a eventuais oportunidades ainda no ano em curso".
De acordo com reportagem do portal UOL, na conversa, Maria Nazareth afirma ter feito um "apelo para que a Pfizer priorize o Brasil no seu esforço de acelerar a produção e aumentar a oferta de vacinas contra a covid-19".
Pouco mais de duas semanas após o encontro, o governo federal fechou outro contrato para mais 100 milhões de doses da Pfizer a serem entregues ainda em 2021. Até o momento, não há anúncio para a compra de imunizantes para vacinação em 2022 e 2023.
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