África do Sul rebate Reino Unido sobre nova mutação ‘70% mais contagiosa’ do coronavírus
O ministro da Saúde sul-africano, Zwelini Mkhize, disse que o Reino Unido não apresentou evidências de que a 501.V2 fosse mais contagiosa e mais grave que a variante encontrada no sudeste da Inglaterra
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247 - O ministro da Saúde da África do Sul, Zwelini Mkhize, rebateu as declarações do secretário de Saúde do Reino Unido, Matt Hancock, sobre a cepa 501.V2 do novo coronavírus, que, segundo o último, é 70% mais transmissível.
“Atualmente, não há provas de que a 501.V2 seja mais contagiosa que a variante do Reino Unido, como sugeriu o ministro britânico da Saúde”, afirmou Mkhize em um comunicado de Natal.
“Também não há evidências de que esta provoque uma forma mais grave da doença ou aumente a mortalidade, em comparação com a variante do Reino Unido ou quaisquer das mutações identificadas em todo o mundo”, acrescentou.
Mkhize ainda criticou Hancock por ter “ter criado a percepção de que a variante sul-africana foi um fator importante na segunda onda no Reino Unido, o que não é o caso”.
Segundo cientistas, a variante da África do Sul é mais contagiosa, pois tem mutações na proteína S, que o vírus usa para infectar células humanas.
A nação vem enfrentando um aumento significativo no número de casos registrados nos últimos dias, já sendo o país mais infectado do continente africano e acumulando 26 mil mortes.
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