YouTube vai retirar publicações sobre alegações de fraude nas eleições de 2018 no Brasil

"Também será removido conteúdo que inclui alegações falsas de que as urnas eletrônicas brasileiras foram hackeadas na última eleição presidencial", disse a empresa

(Foto: TSE | Reuters)


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Lisandra Paraguassu, Reuters - O YouTube informou nesta terça-feira que irá retirar de sua plataforma quaisquer publicações que tragam informações falsas alegando que fraudes, erros ou problemas técnicos generalizados mudaram o resultado eleitoral em 2018.

Em uma postagem em seu blog oficial, a plataforma de vídeos informou que, visando as eleições deste ano, fez uma atualização em suas políticas de integridade eleitoral, na mesma linha do feito nos Estados Unidos e na Alemanha durante as eleições locais.

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"Também será removido conteúdo que inclui alegações falsas de que as urnas eletrônicas brasileiras foram hackeadas na última eleição presidencial e de que os votos foram adulterados", informou a empresa.

Também será acrescentado um link que aparecerá para todos que fizerem pesquisas sobre urna eletrônica direcionando a informações oficiais do Tribunal Superior Eleitoral.

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"As Eleições de 2022 no Brasil vão gerar uma busca por notícias, curiosidades e dúvidas na internet, que deverão ser explicadas e contextualizadas de acordo com os fatos e as particularidades brasileiras. Os painéis visam ampliar o acesso a informações de fontes confiáveis e já contemplam outros temas sensíveis, como a Covid-19", diz a publicação.

O YouTube foi uma das empresas que fez um acordo com o TSE, juntamente com outras redes sociais, para tentar controlar a proliferação de notícias falsas neste ano eleitoral.

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Nesta terça, o TSE informou que reforçou o convite para que o Telegram também faça parte do acordo. Até agora, o aplicativo não havia dado resposta às tentativas do TSE de marcar uma reunião.

No entanto, no fim de semana, depois de ter quase sido bloqueado no Brasil por não responder demandas judiciais, em uma decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, o CEO Pavel Durov pediu desculpas pelo que chamou de "negligência" e indicou novas formas de contato, usadas agora pelo TSE.

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