Voto impresso aumentaria possibilidade de fraudes nas eleições, diz TSE

Os dados foram apresentados por Julio Valente, secretário de Tecnologia da Informação do TSE, a deputados da comissão do voto impresso da Câmara

Fachada do TSE e urna eletrônica
Fachada do TSE e urna eletrônica (Foto: TSE | José Cruz/Agência Brasil)


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Por Guilherme Amado e Eduardo Barretto, Metrópoles - O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) listou uma série de fragilidades que seriam trazidas pela criação do voto impresso — ou, como defende o governo, do voto eletrônico com recibo impresso.

Os dados foram apresentados por Julio Valente, secretário de Tecnologia da Informação do TSE, a deputados da comissão do voto impresso da Câmara, em 21 de junho.

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Segundo Valente, os principais desafios do voto impresso seriam garantir que cada voto dentro da urna em que ficariam depositados todos é autêntico; garantir a integridade da urna plástica; garantir que o voto impresso não tenha sido clonado; e garantir que nenhum voto impresso tenha sido subtraído da urna.

Leia a íntegra no Metrópoles.

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