"Vivemos um período mais grave do que a ditadura", diz Fernando Pimentel após assassinato de petista

“Só a união do campo democrático pode impedir um processo eleitoral dominado pelo ódio e pela intolerância", afirmou o ex-governador petista

Fernando Pimentel
Fernando Pimentel (Foto: Divulgação)


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247 - A intolerância, a radicalização política e o estímulo à violência armada, patrocinados por Jair Bolsonaro, tiraram duas vidas na madrugada deste domingo, em Foz do Iguaçu. Entre elas a do companheiro Marcelo Arruda, diretor do Sindicato dos Servidores Municipais de Foz e candidato a vice-prefeito de Foz do Iguaçu pelo PT nas eleições municipais de 2020.

Marcelo, que deixa deixa esposa e quatro filhos, foi mais uma entre tantas vítimas da intolerância política que tem tirado a vida de ambientalistas, jornalistas, indígenas, quilombolas e militantes políticos que discordam e combatem a política fascista que surgiu no Brasil após a eleição de Bolsonaro. 

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Ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato a deputado federal, Fernando Pimentel alertou: "vivenciamos um período ainda mais grave do que o regime militar iniciado em 1964. Hoje os civis estão sendo estimulados a promoverem uma ruptura democrática e social no país. Só a união do campo democrático pode impedir um processo eleitoral dominado pelo ódio e pela intolerância".

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