Violência política chega às igrejas evangélicas e deixa lideranças petistas em alerta

“Temos que barrar essa violência política", afirma a deputada federal Benedita da Silva (PT-RJ)

Benedita da Silva
Benedita da Silva (Foto: Gabriel Paiva/PT na Câmara)


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247 - A escalada de violência política já é um fenômeno presente nas igrejas evangélicas. Lideranças evangélicas do PT estão preocupadas com a escalada da violência política

A Coluna do Estadão informa que na última quarta (31), um fiel foi baleado dentro da igreja da Congregação Cristã do Brasil, em Goiânia, por discordar das falas do pastor que pregava o voto contra a esquerda. 

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A crescente ofensiva de bolsonaristas sobre os evangélicos desperta o temor de que a violência política se espalhe no setor. “Temos que barrar essa violência política. Infelizmente, alguns líderes evangélicos, não são todos, estão levando o palanque para o púlpito da igreja”, diz a deputada Benedita da Silva (PT-RJ).

Em uma das gravações, um pastor da Igreja Presbiteriana Renovada, na cidade de Santa Fé (PR), expulsa petistas de seu templo e diz que “Jesus é de direita”. Na última semana, o pastor Silas Malafaia disse para os fiéis rasgarem santinhos do PT.

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No episódio em Goiânia, Davi Augusto de Souza foi baleado na perna pelo policial militar Vitor da Silva Lopes, que tomou as dores do pastor. O irmão da vítima diz que os três discutiram devido às orientações da igreja para as eleições, e que os fiéis que dizem não votar em Bolsonaro são chamados de “endemoniados”.

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