Vice de Lula que vá além da centro-esquerda pode desmobilizar militância, diz Breno Altman
"Um vice de Lula que vá além de Gleisi Hoffmann, Manuela D'Ávila ou Flávio Dino, da centro-esquerda, é risco de desmobilização militante, identidade desidratada e perda de potência eleitoral", defendeu o jornalista
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247 - O jornalista Breno Altman defendeu neste sábado (20) que o candidato ou a candidata a vice na chapa do ex-presidente Lula nas eleições de 2022 deve ser uma pessoa do campo da esquerda ou da centro-esquerda.
"Um vice de Lula que vá além de Gleisi Hoffmann, Manuela D'Ávila ou Flávio Dino, da centro-esquerda, é risco de desmobilização militante, identidade desidratada e perda de potência eleitoral. Mais que tudo, colocaria um novo governo popular como refém das forças conservadoras", defendeu o editor do Opera Mundi e comentarista da TV 247.
Na sexta-feira (19), Altman defendeu que a presidenta nacional do PT, deputada Gleisi Hoffmann, seria a vice ideal para o ex-presidente Lula. "Para vice na chapa de Lula, nenhum nome seria melhor que Gleisi Hoffman, @gleisi, a presidenta nacional do PT. De lealdade inquestionável, reforçaria a identidade de esquerda, acrescentaria representatividade de gênero, evitaria briga entre aliados e vem do sul do país", postou o jornalista.
A análise foi feita em um contexto no qual há especulações de que Geraldo Alckmin pode ser vice de Lula. O ex-governador de São Paulo está de saída do PSDB e pode ir para o PSB ou para o PSD.
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