Vem Pra Rua decide não participar do ato Fora Bolsonaro de 2 de outubro

MBL ainda não deliberou sobre sua participação na manifestação de outubro, mas integrantes sinalizam que a chance de aderir é baixa

(Foto: Jornalistas Livres | ABr | PR)


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247 - O movimento de direita Vem Pra Rua anunciou nesta quinta-feira (16) que não sairá às ruas nas manifestações Fora Bolsonaro que acontecerão em todo o país no dia 2 de outubro. 

“Nosso registro histórico é anti-PT. Não compactuamos com a candidatura do Lula. Não faz sentido o Vem Pra Rua participar”, afirmou a porta-voz do grupo, Luciana Aberto.

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O Movimento Brasil Livre (MBL) ainda não deliberou sobre sua participação na manifestação de outubro, mas alguns integrantes sinalizam que a chance de aderir é baixa. O deputado estadual Mamãe Falei, que é coordenador do MBL, afirmou ao Estado de S. Paulo que a adesão do grupo é difícil. “Estou sentindo que é difícil a gente aderir, porque é realmente uma manifestação com pautas de esquerda, não é uma pauta única”, afirmou. 

Nove partidos se unem pelo Fora Bolsonaro 

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Partidos da oposição na Câmara dos Deputados unificaram as diretrizes para novas manifestações pelo impeachment de Jair Bolsonaro marcadas para os dias 2 de outubro e 15 de novembro. São eles: PSOL, PT, PCdoB, PDT, PSB, PV, Rede, Solidariedade e Cidadania. 

Bolsonaro é alvo de mais de cem pedidos de impeachment devido aos inúmeros crimes de responsabilidade cometidos antes e durante a pandemia do coronavírus, como tentativa de interferência na Polícia Federal, estímulo a um golpe no país e recomendações contrárias à ciência no âmbito da pandemia.

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Os últimos atos bolsonaristas aconteceram no dia 7 de setembro, quando Bolsonaro disse que não acataria decisões do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes - o magistrado incluiu Bolsonaro no inquérito das fake news, em agosto. 

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) incluiu na investigação sobre Bolsonaro que corre no órgão a apuração sobre a origem do financiamento dos atos golpistas do 7 de setembro. O Judiciário quer saber quem realizou o pagamento de transporte, diárias, quem participou da organização das manifestações e se elas tiveram conteúdo de campanha eleitoral antecipada. 

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