TSE realiza lacração de urnas sem a participação da Defesa e da Polícia Federal
Forças Armadas e PF não apresentaram conclusões sobre a análise do código-fonte das urnas. Material foi disponibilizado em outubro de 2021, mas análise só foi agendada para agosto
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247 - O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) iniciou nesta segunda-feira (29) o processo de assinatura digital e lacração dos sistemas que serão utilizados na eleição do dia dois de outubro.
A lacração é uma das últimas etapas do processo, que foi executado sem que as Forças Armadas e a Polícia Federal apresentassem suas conclusões sobre a análise do código-fonte das urnas, informa o jornal Folha de S. Paulo.
Segundo o TSE, os códigos foram disponibilizados em outubro de 2021, mas as Forças Armadas e a PF só agendaram a análise para agosto deste ano - mês que antecede a consolidação dos sistemas - , o que atrasaria o cronograma já estabelecido pela Corte.
Ainda de acordo com o TSE, a partir desta sexta-feira (02) não há mais como entrar no sistema ou interferir em qualquer linha do software.
Depois desta etapa, cópias dos sistemas são armazenados em sala-cofre do TSE. Outras são liberadas para os tribunais regionais prepararem as urnas para a votação.
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