TSE pagou mais de R$ 500 mil para OEA acompanhar eleições brasileiras

O presidente do TSE, Edson Fachin, celebrou um acordo com o secretário-geral da OEA, Luis Almagro, para que delegados da entidade acompanhem as eleições brasileiras em outubro

(Foto: ABr)


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247 - O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Edson Fachin, celebrou nesta terça-feira, 6, um acordo com o secretário-geral da Organização dos Estados Americanos, Luis Almagro, que apoiou o golpe na Bolívia em 2019, para que delegados da entidade acompanhem as eleições brasileiras em outubro, informou o Blog de Lauro Jardim, do jornal O Globo.

A reportagem aponta que, antes da assinatura do acordo, em dezembro do ano passado, o tribunal eleitoral, através do Ministério das Relações Exteriores, pagou US$ 100 mil (mais de R$ 500 mil na cotação da época) à organização. Esses valores foram incorporados ao fundo da OEA que permite a realização de missões de observação eleitoral.

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Anteriormente, a organização elaborou relatórios sobre as eleições brasileiras de 2018 e 2020 e fez recomendações técnicas que estão sendo trabalhadas pelo TSE para este ano.

O representante do Brasil na OEA, Otávio Brandelli, em abril, comunicou por meio de telegrama a confirmação da missão eleitoral para as eleições deste ano, ressaltando, porém, que o expediente ocorreria “sob a condição de existência de recursos”, dando a entender que mais verbas podem ser repassadas.

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