TSE nega direito de resposta a Bolsonaro por Lula o ter chamado de genocida

A ministra Cármen Lúcia, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), rejeitou pedido doa campanha de Bolsonaro para ter direito de resposta em propaganda de Lula

Cármen Lúcia
Cármen Lúcia (Foto: Rosinei Coutinho/SCO/STF)


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247 - A ministra Cármen Lúcia, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), rejeitou pedido de direito de resposta apresentado pela campanha de Jair Bolsonaro (PL), contra vídeos em que o ex-presidente Lula (PT) chama o chama de "grnocida" e "possuído pelo demônio".

A rejeição, no entanto, foi por razões técnicas, pois segundo a ministra, a campanha de Bolsonaro não apresentou o texto de resposta que pretendia veicular, e, sem isso, ficaria prejudicada a análise do pedido.

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"É razoável que a Justiça Eleitoral faça uma análise prévia do conteúdo a ser divulgado, para se concluir sobre a compatibilização da resposta com a ofensa que deu origem à representação", disse a ministra.

A campanha de Bolsonaro questionava vídeos divulgados por Lula em agosto, quando o ex-presidente rebateu em discuso na porta da fábrica da Volkswagen do Brasil, em São Bernardo do Campo (SP), os ataques da campanha bolsonarista que o associava a demõnios cometendo crime de preconceito religioso contra religiões de matriz africana.

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"Porque, se tem alguém que é possuído pelo demônio, é esse Bolsonaro", disse Lula na ocasião.

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