TSE manda redes sociais suspenderem pagamento a canais de Bolsonaro, seus filhos e outros propagadores de fake news

Jair Bolsonaro, seus filhos e aliados foram identificados como propagadores de fake news e deverão ter suspensa a monetização de seus canais nas redes sociais

Gigantes das mídias sociais Facebook, YouTube, Twitter e Microsoft estão formando um grupo global de trabalho para combinar os esforços para remover conteúdo terrorista de suas plataformas; união vem após pressão de governos na Europa e nos Estados Unidos decorrentes de uma onda de ataques por militantes; companhias vão compartilhar soluções tecnológicas para retirar conteúdo terrorista, além de desenvolver pesquisas para contrapor o discurso extremista e trabalhar com mais especialistas no combate ao terrorismo
Gigantes das mídias sociais Facebook, YouTube, Twitter e Microsoft estão formando um grupo global de trabalho para combinar os esforços para remover conteúdo terrorista de suas plataformas; união vem após pressão de governos na Europa e nos Estados Unidos decorrentes de uma onda de ataques por militantes; companhias vão compartilhar soluções tecnológicas para retirar conteúdo terrorista, além de desenvolver pesquisas para contrapor o discurso extremista e trabalhar com mais especialistas no combate ao terrorismo (Foto: Paulo Emílio)


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247 - O corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Felipe Salomão, identificou uma lista de canais envolvidos com a divulgação de notícias falsas. Dentre os perfis ligados à propagação de desinformação, estão o de Jair Bolsonaro, de seus filhos Carlos (Republicanos-RJ), Flávio (Patriota-RJ) e Eduardo (PSL-SP), assim como os de outros quatro deputados federais e influenciadores bolsonaristas.

A partir da descoberta, no âmbito do inquérito administrativo instalado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Salomão determinou nesta segunda-feira (16) que as redes sociais YouTube, Twitch.TV, Twitter, Instagram e Facebook suspendam imediatamente as monetizações dos conteúdos publicados pelas pessoas e páginas indiciadas na investigação. 

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Salomão determinou ainda a imediata suspensão de pagamentos às transmissões ao vivo, como as realizadas semanalmente por Bolsonaro, informa O Estado de S.Paulo.

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