Traficantes da FAB combinaram assassinato de testemunhas

Os investigados se encontraram na casa de Marcos Daniel, o Chico Bomba. A mansão é avaliada em R$ 4 milhões

(Foto: Isac Nóbrega/PR)


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Por Mirelle Pinheiro e Carlos Carone, Metrópoles - Uma mansão localizada no Lago Sul (foto principal), região nobre de Brasília, serviu de palco para uma reunião macabra de narcotraficantes da capital federal. Os suspeitos, também apontados como financiadores do tráfico internacional de cocaína por meio de aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB), se encontraram, em fevereiro deste ano, com intuito de planejar o assassinato de duas testemunhas que teriam delatado os criminosos à Polícia Federal.

A reunião foi convocada após quatro homens serem alvos da Operação Quinta Coluna, deflagrada em 2 de fevereiro pela PF. Eram eles: o filho de um diplomata italiano, Michelle Tocci, conhecido como Barão do Ecstasy; Marcos Daniel Penna Borja Rodrigues Gama, o Chico Bomba; Augusto César de Almeida Lawal, o Guto; e Márcio Moufarrege, vulgo Macaco.

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Os investigados teriam marcado na casa de Marcos Daniel, um imóvel de luxo avaliado em R$ 4 milhões. A “conferência” do crime ainda contou com a participação de Alexandre Fuão, um amigo do grupo. Na ocasião, os homens debateram e chegaram à conclusão de que ao menos duas pessoas poderiam ter feito denúncias anônimas à corporação federal.

Leia a íntegra no Metrópoles.

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