"Temos o direito de saber quem mandou matar nosso pai", diz Eduardo Bolsonaro

Deputado celebrou reabertura do caso Adélio. Joaquim de Carvalho levanta a hipótese de armação

(Foto: Cleia Viana/Câmara dos Deputados | Divulgação | Brasil 247)


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247 - Eduardo Bolsonaro comemorou na manhã desta quinta-feira (4) a decisão do Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª divisão, que derrubou a liminar que proibia a investigação do caso da suposta facada em Jair Bolsonaro durante a campanha eleitoral de 2018.

Em sua conta no Twitter, o deputado disse que é preciso “deixar a polícia investigar”. Eduardo alega que “obstáculos estão impedindo chegar aos responsáveis” pelo suposto atentado contra Bolsonaro. 

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Para o jornalista Joaquim de Carvalho, autor do documentário “Bolsonaro e Adélio - Uma fakeada no coração do Brasil”, lançado pela TV 247, tudo não passa de uma armação. 

Nas redes sociais, Joaquim escreveu que o “TRF-1 autorizou o acesso ao celular do advogado Zanone, do caso Adélio-Bolsonaro, o que representa continuidade da investigação. A chance de encontrar algo de relevante no celular do advogado que o ligue a um suposto patrocinador é zero”.

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Joaquim acrescentou que “seria importante que a continuidade da investigação possibilitasse a busca por informações na linha não abordada pela PF, de autoatentado no caso de Juiz de Fora. Para isso, seria importante uma perícia médica em Bolsonaro e também nos prontuários”, continua.

O TRF-1 rejeitou um recurso da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) que contestava medidas de busca e apreensão determinadas pela Justiça Federal em 2019 contra advogados particulares que se apresentaram para defender Adélio Bispo, suposto autor da facada.

Em junho de 2019, Adélio Bispo foi absolvido pela facada. A decisão foi proferida após o processo criminal que o considerou inimputável por transtorno mental.

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