TCU aponta ilegalidade na distribuição de cloroquina com dinheiro do SUS e dá ultimato a Pazuello

O tribunal constatou postura contraditória da pasta e também cobrou explicações sobre o aplicativo TrateCov. Pazuello tem cinco dias para dar explicações

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, em entrevista coletiva no Instituto de Traumatologia e Ortopedia (Into) no Rio de Janeiro.
O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, em entrevista coletiva no Instituto de Traumatologia e Ortopedia (Into) no Rio de Janeiro. (Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil)


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247 - Um despacho do TCU (Tribunal de Contas da União)  expedido na última sexta-feira (22) deu um ultimato de cinco dias para que o ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, dê explicações sobre a distribuição do medicamento hidroxicloroquina, que não possui eficácia comprovada contra a Covid-19, com recursos do SUS (Sistema Único de Saúde). 

O tribunal também cobra explicações sobre quem foi responsável pelo aplicativo TrateCov, que, antes de sair do ar, receitava o medicamento e outros sem comprovação indiscriminadamente. 

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Somente em Manaus, durante a crise de esgotamento de oxigênio para pacientes com Covid-19, a pasta distribuiu 120 mil comprimidos de cloroquina.

Segundo o ministro Benjamin Zymler, relator do processo, o ministério exibiu uma postura "contraditória" em relação ao que a própria pasta vinha pregando.

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As informações foram reportadas na Folha de S.Paulo.

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