STF mantém prisão de ex-diretor da Petrobras

Ministro Teori Zavascki negou pedido de habeas corpus feito pela defesa do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, preso no dia 20 de março pela Polícia Federal; ele é suspeito de ter ligação com uma organização criminosa que lavava dinheiro em seis estados e no Distrito Federal, desarticulada na Operação Lava Jato; quadrilha pode ter movimentado mais de R$ 10 bilhões

Curitiba, 07-11-2009 - Lactec - Inauguração do Laboratório de Ensaios de Emissões em Ciclomotores.- Paulo Roberto Costa, diretor de Abastecimento da Petrobras.-
Foto: José Gomercindo / AENotícias
Curitiba, 07-11-2009 - Lactec - Inauguração do Laboratório de Ensaios de Emissões em Ciclomotores.- Paulo Roberto Costa, diretor de Abastecimento da Petrobras.- Foto: José Gomercindo / AENotícias (Foto: Valter Lima)


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André Richter – Repórter da Agência Brasil

O ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou pedido de habeas corpus feito pela defesa do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, preso no dia 20 de março pela Polícia Federal. Costa é suspeito de ter ligação com uma organização criminosa que lavava dinheiro em seis estados e no Distrito Federal, desarticulada na Operação Lava Jato. A quadrilha pode ter movimentado mais de R$ 10 bilhões.

Zavascki decidiu arquivar o pedido por entender que outros habeas corpus impetrados na Justiça Federal, precisam ser julgados definitivamente.

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No dia 17, a Polícia Federal cumpriu 24 mandados de prisão e 15 de condução coercitiva, além de 81 mandados de busca e apreensão em 17 cidades. Cerca de 400 policiais participaram da operação. A organização contava com quatro grupos que tinham à frente doleiros que lucravam com câmbio paralelo ilegal, mas também praticavam crimes como tráfico de drogas, exploração e comércio ilegal de diamantes e corrupção de agentes públicos.

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