STF derruba lei que proíbe linguagem neutra em escolas

Defensores da linguagem não-binária têm como um dos objetivos fazer pessoas que não se identificam nem com o gênero masculino nem com o feminino se sentirem representadas

Fachada do STF
Fachada do STF (Foto: Fellipe Sampaio/SCO/STF)


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247 - A lei estadual de Rondônia que proibiu o uso da chamada linguagem neutra nas escolas não terá efeito prático. Foi o que decidiu nesta quinta-feira (9) o Supremo Tribunal Federal (STF).

Alguns exemplos de palavras neutras são 'todxs' e 'amigues'. A linguagem não-binária é cada vez mais comum nas redes sociais e entre membros da comunidade LGBTQIA+. O objetivo é fazer as pessoas não binárias (que não se identificam nem com o gênero masculino nem com o feminino) ou intersexo se sentirem representadas.

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Relator do caso no STF, o ministro Edson Fachin afirmou que políticos dos estados podem legislar sobre educação, mas "devem obedecer às normas gerais editadas pela União". 

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