STF avalia restringir uso da Lei de Segurança Nacional por Bolsonaro

Diante da luta de movimentos sociais e partidos políticos progressistas para revogar a lei, adotada na época da ditadura, membros do STF avaliam ao menos excluir dela os trechos usados pelo governo de Jair Bolsonaro para perseguir opositores

Sede do STF
Sede do STF (Foto: Ag. Brasil)


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247 - Os ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) podem excluir da Lei de Segurança Nacional os trechos usados pelo governo de Jair Bolsonaro para investigar opositores e manifestantes que protestam contra o chefe do Executivo. A Lei de Segurança Nacional é de 1983 e foi sancionada pela ditadura militar

A avaliação corrente no Supremo é que o governo Bolsonaro tem dado uma interpretação muito expansiva, principalmente, ao artigo 26, que fixa pena de 1 a 4 anos de prisão para quem "caluniar" o chefe de um dos Três Poderes, informa reportagem da Folha de S.Paulo.

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Mas o artigo 18, no entendimento desses ministros, usado pelo Supremo na prisão em flagrante do deputado Daniel Silveira (PSL-RJ),deve ser mantido.

O dispositivo prevê detenção de 2 a 6 anos a quem tentar impedir o livre exercício de qualquer dos Poderes da União ou dos estados.

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