'Só bandido se usa do direito de ficar calado na CPI', disse Onyx Lorenzoni em 2015

Nesta quarta-feira, o bolsonarista Carlos Wizard se utiliza do mesmo direito para se esquivar de possíveis consequências na CPI da Covid

Onyx Lorenzoni e Carlos Wizard
Onyx Lorenzoni e Carlos Wizard (Foto: Michel Jesus/Câmara dos Deputados | Pedro França/Agência Senado)


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247 - Ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Onyx Lorenzoni já criticou em outra oportunidade depoentes que permanecem em silêncio em CPIs.

Onyx escreveu no Twitter em 11 de maio de 2015, quando participou de sessão de questionamentos ao ex-presidente da Petrobras, Nestor Cerveró, na CPI da Petrobras, que investigava um esquema de corrupção na empresa, que somente "bandido" se utiliza do direito de ficar calado. "Cerveró ouviu de mim que em CPI, quem se vale do direito 'ficar calado' tem coisa a esconder. Só bandido usa disso", disse o agora ministro.

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Nesta quarta-feira (3), o que se vê na CPI da Covid é o empresário Carlos Wizard, defensor do governo Jair Bolsonaro e das teses sustentadas por ele acerca do suposto "tratamento precoce" contra a Covid-19, também permanecendo em silêncio durante toda a sessão.

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