Servidores públicos mantêm mobilização diante de recusa de negociação pelo governo

Primeiro ato está previsto para 18 de janeiro, em frente ao Banco Central e depois no Ministério da Economia

Rudnei Marques, Fonacate
Rudnei Marques, Fonacate (Foto: Reprodução)


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247 - O presidente do Fonacate (Fórum Nacional Permanente de Carreiras Típicas de Estado), Rudinei Marques, afirma que o governo federal não fez qualquer tipo de sinalização para negociar e que está mantido o calendário de mobilização, divulgado após decisão do Palácio do Planalto de conceder aumento somente para as carreiras da segurança. 

O primeiro ato público está previsto para 18 de janeiro, em frente ao Banco Central e depois no Ministério da Economia, informa o Painel da Folha de S.Paulo.

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Servidores da Receita, Banco Central e auditores do trabalho já entregaram cargos de chefia e a previsão é que o movimento aumente com a proximidade da data da manifestação.

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