Servidores da Abin querem esclarecimentos sobre escândalo e falam em 'cortar na carne'

O presidente dos servidores da Abin, Carlos Estrela, defendeu os colegas diante de notícia de que integrantes da agência teriam feito relatórios para orientar a defesa do senador Flávio Bolsonaro na ação em que é acusado de praticar rachadinha

Carlos Estrela, presidente da Abin
Carlos Estrela, presidente da Abin (Foto: Divulgação)


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247 - O presidente dos servidores da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Carlos Estrela, defendeu os colegas diante de notícia de que integrantes da agência teriam feito relatórios para orientar a defesa do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos) na ação em que é acusado de praticar rachadinha.

Segundo Estrela, caso seja provado algum desvio, a corregedoria interna vai agir com rigor. "Nós seremos os primeiros a dizer que tem que pagar e cortar na própria carne", afirmou. Ele dirige a Associação de Servidores da Agência Brasileira de Inteligência (Asbin).

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Ele ainda pediu esclarecimentos sobre o caso. "Vamos entrar em contato com a direção da Abin para verificar se houve isso ou não houve", disse em entrevista ao UOL.

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