Sérgio Camargo é alvo de nova ação judicial após chamar Moïse de 'vagabundo'

O advogado Ronan Wielewski Botelho pediu à Justiça Federal no DF que suspenda a nomeação do presidente da Fundação Palmares, Sérgio Camargo

Presidente da Fundação Palmares, Sérgio Camargo, e o congolês Moïse Kabagambe
Presidente da Fundação Palmares, Sérgio Camargo, e o congolês Moïse Kabagambe (Foto: Reprodução)


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247 - O advogado Ronan Wielewski Botelho pediu à Justiça Federal no Distrito Federal que suspenda a nomeação do presidente da Fundação Palmares, Sérgio Camargo, por meio de uma ação popular, com pedido de medida liminar inicialmente rejeitado. Botelho pede que haja reconsideração.

Camargo, nas redes sociais, chamou o congolês refugiado no Brasil que foi assassinado na Barra da Tijuca, Moïse Kabagambe, de “vagabundo morto por vagabundos mais fortes”. O congolês foi espancado até a morte por cobrar pagamento de diária em quiosque no Rio de Janeiro.

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“O objetivo da liminar é para que o réu seja afastado liminarmente do cargo que ocupa”, escreveu Botelho, alegando que busca “evitar novos ataques pessoais e de ódio do réu para qualquer cidadão brasileiro”.

O pedido liminar foi feito na sexta-feira, 11. No sábado, 12, a juíza Luciana Raquel Tolentino de Moura, da 7ª Vara Federal da Seção Judiciária do Distrito Federal, negou a petição no regime de plantão. Segundo ela, a ação deve ser analisada durante o expediente regular do Judiciário.

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