Sem apoio, candidatura de brasileira para tribunal em Haia fica ameaçada

“o governo de Jair Bolsonaro sofre para conseguir apoios dos demais países” para que a desembargadora Monica Sifuentes ocupe o posto de juíza no Tribunal Penal Internacional, diz o jornalista Jamil Chade

Corte Internacional de Justiça da ONU em Haia, na Holanda.
Corte Internacional de Justiça da ONU em Haia, na Holanda. (Foto: Eva Plevier/Reuters)


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247 - Vista como espécie de teste de popularidade internacional para o governo, a candidatura brasileira para o posto de juíza no Tribunal Penal Internacional está ameaçada. De acordo com reportagem do jornalista Jamil Chade, no UOL, “o governo de Jair Bolsonaro sofre para conseguir apoios dos demais países” para que a desembargadora Monica Sifuentes ocupe o cargo. 

A reportagem destaca que “ela teve um desempenho fraco na primeira e segunda rodada de votações na ONU” e a escolha acontece no momento em que o Brasil é o maior devedor da corte. 

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“Além disso, o presidente é alvo de uma comunicação por parte de entidades de direitos humanos, que o acusam em Haia de incitação ao genocídio e crimes contra a humanidade no caso dos povos indígenas”, ressalta o texto.

Chade observa que o governo Jair Bolsonaro ignorou a recomendação feita por juristas brasileiros para a nomeação de um candidato ao cargo de juiz no Tribunal Penal Internacional. “O Palácio do Planalto optou por uma escolha de um nome fora da lista sugerida”, afirma. 

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