Se não formos atendidos, greve será por tempo indeterminado, diz caminhoneiro

“O ato é para mostrarmos que a categoria está unida e que, se não formos atendidos, nossa greve será por tempo indeterminado”, disse o presidente do Sindicato dos Transportadores Rodoviários Autônomos de Bens da Baixada Santista e Vale do Ribeira (Sindicam), Alexsandro Viviani

Alexsandro Viviani
Alexsandro Viviani (Foto: Reprodução)


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247 - O presidente do Sindicato dos Transportadores Rodoviários Autônomos de Bens da Baixada Santista e Vale do Ribeira (Sindicam), Alexsandro Viviani, afirmou que a paralisação por 24 horas iniciada à meia noite desta segunda-feira (17) pela categoria no Porto de Santos pode se tornar uma greve por tempo indeterminado, se as reivindicações não sejam atendidas. Eles pedem um valor mínimo para serviços de frete e a retirada do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre combustíveis.

“O ato é para mostrarmos que a categoria está unida e que, se não formos atendidos, nossa greve será por tempo indeterminado”, disse Viviani em entrevista ao Portal G1.

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A categoria também é contra o novo Plano de Desenvolvimento e Zoneamento (PDZ) do cais. Segundo Viviani, o novo PDZ acarretará no fechamento de dois terminais de contêineres, o que provocaria o desemprego de, aproximadamente, 10 mil trabalhadores. “Isso vai atrapalhar não só o Porto, mas toda a cidade de Santos”.

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