Reunião ministerial teve ataque de Bolsonaro às urnas e ao TSE, apoio da Defesa e cobrança por mais propaganda pró-governo
Bolsonaro diz que não pode participar de uma eleição já perdida e o ministro da Defesa afirma que estabelecerá prazos para que o TSE responda às sugestões das Forças Armadas
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247 - A reunião de Jair Bolsonaro (PL) com ministros no Palácio do Planalto na terça-feira (5) teve mais da metade de suas quatro horas de duração dedicada a ataques às urnas eletrônicas e ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), informa a Folha de S. Paulo.
Bolsonaro disse haver um complô contra si e afirmou não poder participar de uma disputa já perdida. Ele cobrou para que as eleições de outubro sejam, nas suas palavras, "limpas".
>>> Ministro da Defesa foge de pergunta sobre golpe (vídeo)
O chefe do governo federal convidou para uma fala o deputado federal Filipe Barros (PL-PR), que relatou na Câmara a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) do voto impresso, que não avançou. O parlamentar reiterou acusações ao sistema eletrônico de votação que já foram desmentidas pela Justiça Eleitoral.
O ministro da Defesa, general Paulo Sérgio, disse que cobrará do TSE um cronograma para que as sugestões das Forças Armadas para supostas melhorias no processo de votação sejam respondidas. À Folha, o Ministério da Defesa negou que o general "irá impor um calendário ao TSE".
Também falaram sobre supostas fragilidades das urnas eletrônicas os ministros da Advocacia-Geral da União (AGU), Bruno Bianco, e da Controladoria-Geral da União (CGU ), Wagner Rosário.
Deixando as acusações infundadas de lado, Bolsonaro pediu que seus ministros intensifiquem as propagandas pró-governo em suas viagens pelo Brasil, defendendo a administração federal como um todo, e não somente suas pastas.
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