Resposta da PGR sobre investigar Bolsonaro no escândalo do MEC foi 11 dias após o prazo

A resposta dada pela vice-procuradora-geral, Lindôra Araújo, de não investigar Bolsonaro veio fora do prazo estabelecida pelo STF

Lindôra Araújo
Lindôra Araújo (Foto: Reprodução)


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247 - A Procuradoria-Geral da República respondeu 11 dias depois do prazo se investigaria Jair Bolsonaro (PL) nas denúncias de corrupção no Ministério da Educação. A informação é do jornal Folha de São Paulo.

De acordo com reportagem, a ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Cármen Lúcia deu à PGR até o dia 8 de abril para se manifestar. Apesar do prazo estabelecido pelo Supremo, não há previsão legal para o estabelecimento de prazos para a atuação do Ministério Público.

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A resposta dada pela vice-procuradora-geral, Lindôra Araújo, de não investigar Bolsonaro veio 11 dias após a data estabelecida.

O inquérito foi aberto a partir do pedido do próprio procurador-geral da República, Augusto Aras, para investigar o ex-ministro Milton Ribeiro após a divulgação de um áudio em que o então ministro afirma que o governo federal priorizava prefeituras cujos pedidos de liberação de verba foram negociados por dois pastores que não têm cargo e atuavam em esquema informal no MEC por recomendação de Bolsonaro.

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Após a revelação das denúncias, Ribeiro pediu demissão da pasta.

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