Relatório da PF sobre facada em Bolsonaro diz que apuração não pode se basear em opinião pública
A PF descartou a existência de um mandante da facada em Jair Bolsonaro. "As dúvidas provenientes dos leigos são plenamente aceitáveis, contudo, a investigação não pode ser pautada pela opinião pública, sob pena de ser marcada pela falta de rigor técnico", escreveu o delegado da PF Rodrigo Morais no relatório
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247 - A Polícia Federal afirmou que suas investigações não podem se basear na opinião pública ou se guiar por dúvidas de leigos. A corporação descartou a existência de um mandante da facada em Jair Bolsonaro, durante a campanha eleitoral do ano passado. O autor do atentado foi Adélio Bispo de Oliveira.
"As dúvidas provenientes dos leigos são plenamente aceitáveis, contudo, a investigação não pode ser pautada pela opinião pública, sob pena de ser marcada pela falta de rigor técnico", escreveu o delegado da PF Rodrigo Morais no relatório, entregue ao Ministério Público Federal nesta quarta-feira (13).
"Em se tratando de uma investigação policial, o senso comum deve ser substituído por uma pesquisa sublinhada pela precisão metodológica", afirmou o responsável pelo inquérito, o segundo aberto pela corporação sobre o caso.
De acordo com o documento, o inquérito tem nove volumes e 1.908 folhas.
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