Regina Duarte canta música da ditadura e minimiza crimes do período: ‘sempre houve morte e tortura’

Em entrevista à CNN, a Secretária de Cultura, Regina Duarte, disse que “sempre houve tortura” e “na humanidade não para de morrer” ao ser questionada sobre a ditadura militar

Secretária de Cultura, Regina Duarte
Secretária de Cultura, Regina Duarte (Foto: Reprodução)


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247 - A secretária de Cultura e ex-atriz da Globo, Regina Duarte, minimizou as mortes e as torturas da ditadura militar em entrevista à CNN, nesta quinta-feira, 7. Ela disse que “[Jair] Bolsonaro é a melhor opção para o País” e não deu importância ao apoio do presidente ao regime militar.

Perguntada sobre as mortes e as torturas da época, ela respondeu que “sempre houve tortura” e “na humanidade não se para de morrer”. Ela também cantou música da época, fazendo saudosismo aos militares, numa apologia ao período. "Pra frente Brasil, salve a seleção. Como era bom essa época", afirmou.

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A secretária, além disso, também falou sobre a omissão de sua Secretaria diante das mortes de Aldir Blanc, Moraes Moreira e Flávio Migliaccio. Duarte disse que não emitiu comunicado para “não virar obituário”.

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