Randolfe vai à PGR contra Flávio Bolsonaro por interferência na Receita para se livrar do caso das rachadinhas

Randolfe Rodrigues pede que Flávio seja investigado por corrupção ativa ou tráfico de influência

Randolfe Rodrigues e Flávio Bolsonaro
Randolfe Rodrigues e Flávio Bolsonaro (Foto: Leopoldo Silva/Agência Senado | Jefferson Rudy/Agência Senado)


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247 - Após a revelação de que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) teria acionado a Receita Federal para reavaliar as provas contra ele sobre o caso da suposta prática de rachadinha em seu gabinete enquanto deputado estadual do Rio de Janeiro, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) acionou a Procuradoria-Geral da República (PGR) para investigar se o colega parlamentar usou de interferência no órgão para invadir o caso e tentar invalidar as provas. As informações são do Congresso em Foco.

>>> Flávio Bolsonaro mobilizou servidores da Receita para anular investigação do caso da rachadinha, mostram documentos

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Randolfe Rodrigues pede que Flávio seja investigado por corrupção ativa ou tráfico de influência e que o ex-secretário da Receita José Barros Tostes seja alvo de inquérito por corrupção passiva ou prevaricação.

Dois auditores-fiscais e três analistas tributários foram deslocados pelo coordenador do Grupo Nacional de Investigação da Receita, Luciano Almeida Carinhanha, por ordem do secretário especial da Receita, José Barroso Tostes Neto, para atender a demanda do parlamentar. O custo da operação foi de R$ 500 mil.

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>>> Receita gastou R$ 500 mil para investigar funcionários a pedido de Flávio Bolsonaro no caso da "rachadinha"

A tese apresentada pela defesa de Flávio era de que servidores da Receita no Rio de Janeiro teriam vasculhado ilegalmente seus dados e de familiares e repassado as informações ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), órgão responsável pelo relatório de inteligência enviado ao Ministério Público do Rio que deu origem à investigação do escândalo das rachadinhas.

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