Randolfe quer convocar diretor da PF ao Senado por relatório que descarta prevaricação de Bolsonaro

"Precisamos tirar esse maloqueiro da presidência esse ano", disse o senador após o parecer da PF isentando Bolsonaro

Senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e a vacina Covaxin
Senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e a vacina Covaxin (Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado | Reprodução)


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Revista Fórum - O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), que atuou como vice-presidente da CPI da Covid no Senado, reagiu ao relatório da Polícia Federal (PF) que descarta prevaricação de Jair Bolsonaro no escândalo da Covaxin.

O presidente vinha sendo investigado pela PF a partir de denúncia exposta na CPI da Covid, que dá conta de que ele não agiu quando foi alertado sobre irregularidades na negociação da Covaxin, imunizante indiano contra a Covid-19.

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Em parecer enviado nesta segunda-feira (31) ao Supremo Tribunal Federal (STF), o delegado William Tito Schuman Marinho afirmou que Bolsonaro não prevaricou.

“Ainda que não tenha agido, ao Presidente da República Jair Messias Bolsonaro não pode ser imputado o crime de prevaricação. Juridicamente, não é dever funcional (leia-se: legal), decorrente de regra de competência do cargo, a prática de ato de ofício de comunicação de irregularidades pelo Presidente da República”, diz um trecho do relatório.

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