Randolfe pede que TCU investigue gastos com viagem de Bolsonaro a Londres
Na ação encaminhada ao presidente do TCU, ministro Bruno Dantas, o senador Randolfe Rodrigues alega que a viagem foi ‘caríssima’ e ‘puramente eleitoreira’
✅ Receba as notícias do Brasil 247 e da TV 247 no canal do Brasil 247 e na comunidade 247 no WhatsApp.
247 - O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) solicitou que o Tribunal de Contas da União (TCU) investigue os gastos da viagem que Jair Bolsonaro (PL) fez a Londres, no final de semana, para participar do funeral da rainha Elizabeth II. “No documento protocolado nesta quinta, o senador afirma que a viagem foi ‘caríssima’ e ‘puramente eleitoreira’, tendo custado pelo menos de R$ 1,3 milhão, conforme revelou o jornalista Evandro Éboli”, afirma a coluna do jornalista Lauro Jardim, de O Globo.
Ainda conforme a reportagem, na solicitação encaminhada ao presidente do TCU, ministro Bruno Dantas, o parlamentar pede que sejam apuradas todas as despesas feitas por Bolsonaro e sua comitiva “e, caso constate irregularidades, determine que os envolvidos devolvam os valores aos cofres públicos. O senador também recorreu à Procuradoria-Geral Eleitoral com um requerimento de teor semelhante”.
No domingo (18), Bolsonaro aproveitou os primeiros instantes de sua chegada na Inglaterra, para fazer campanha eleitoral nas dependências da embaixada brasileira em Londres. Em um discurso improvisado na sacada, ele voltou a atacar o PT e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que lidera a disputa presidencial de acordo com as pesquisas de intenção de voto.
Na segunda-feira (19), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) impediu que as imagens do discurso sejam utilizadas nas propagandas eleitorais da campanha de reeleição do atual ocupante do Palácio do Planalto.
Assine o 247, apoie por Pix, inscreva-se na TV 247, no canal Cortes 247 e assista:
Assine o 247, apoie por Pix, inscreva-se na TV 247, no canal Cortes 247 e assista:
Comentários
Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247