Racismo estrutural: quase 70% das vítimas de trabalho infantil são pretas ou pardas, diz IBGE
Entre 2017 e 2019, houve uma redução de 16,8% do indicador. Apesar da melhora, 1,8 milhões de crianças e adolescentes com idades entre 5 e 17 anos ainda trabalhavam no ano passado.
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247 - O trabalho infantil continua em trajetória de queda no Brasil, segundo dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta quinta (17) e o racismo estrutural é visível quando se leva em conta pardos e negros.
Segundo reportagem do jornal Folha de S.Paulo, entre 2017 e 2019, houve uma redução de 16,8% do indicador. Apesar da melhora, 1,8 milhões de crianças e adolescentes com idades entre 5 e 17 anos ainda trabalhavam no ano passado e as estatísticas mostram que o problema atinge mais crianças e adolescentes pretas e pardas —elas representam 66,1% entre os que trabalham nessa faixa etária.
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