Queiroga: novo ministro da Saúde defende isolamento, uso de máscaras, vacinação e é contra cloroquina

Os dois ministros anteriores a Pazuello, Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich, caíram porque defendiam o isolamento social e eram contra a cloroquina. Será Marcelo Queiroga que mudará de discurso ou Bolsonaro?

Marcelo Queiroga
Marcelo Queiroga (Foto: Agência Senado)


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247 - O novo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, indicado por Jair Bolsonaro nesta segunda-feira, 15, para substituir o general Eduardo Pazuello, será o 4º titular da pasta desde o início da pandemia do novo coronavírus.

Os dois ministros anteriores a Pazuello, Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich, caíram porque defendiam o isolamento social e eram contra a cloroquina. Queiroga também defende o isolamento, a vacinação, o uso de máscaras e é contra o “tratamento precoce” - inexistente segundo as maiores autoridades médicas do mundo.

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“Mais vacinados, menos doentes”, disse o médico em entrevista à Folha de S. Paulo no domingo, 14. “A própria Sociedade Brasileira de Cardiologia não recomendou o uso dela [cloroquina] nos pacientes, nem eu sou favorável porque não há consenso na comunidade científica”.

Será o médico que mudará de discurso ou Bolsonaro? Só o tempo dirá. O último busca correr atrás do prejuízo diante da crise da pandemia no País e a volta de um concorrente que, enfim, pode vencê-lo em 2022: Lula.

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