“Quando acabar a Petrobrás, acabou o Brasil. Aliás, não sei se o Brasil ainda existe”, diz Celso Amorim
Ex-chanceler condenou a postura do mercado financeiro que, segundo ele, não admite outra política em relação à Petrobrás senão a priorização do lucro. “No passado, havia pelo menos uma noção de Brasil, mas esses caras querem acabar com isso”. Assista
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247 - O ex-chanceler Celso Amorim condenou a postura do mercado financeiro diante da nomeação de Joaquim Silva e Luna para a presidência da Petrobrás.
“Volto a dizer, o simples fato de você levar em conta outros fatores que não seja estritamente o lucro financeiro nas decisões da Petrobrás, sem sequer admitir que têm outros fatores, isso já é uma coisa que incomoda o mercado financeiro. Eles não querem saber disso”, afirmou, em entrevista à TV 247.
Para Amorim, a Petrobrás é central para “uma noção de Brasil”, que é atacada pelo mercado financeiro: “A Petrobrás, é óbvio, é a joia da coroa. Quando acabar a Petrobrás acabou o Brasil. Aliás, eu não sei se o Brasil ainda existe. No passado, havia pelo menos uma noção de Brasil, mas esses caras querem acabar com isso. Eles querem fazer do Brasil um parque temático, uma espécie de Disneylândia, onde cada um que vier aqui leva um pedaço”, disse.
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