PT quer Brasil liderando distribuição de vacinas para países pobres em 2023
O PT está estruturando seu programa para a área da saúde para as eleições deste ano e a pandemia da Covid-19 será prioridade
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247 - O PT está estruturando seu programa para a área da saúde para as eleições deste ano. Segundo o jornal O Globo, a pandemia da Covid-19, que matou mais de 600 mil pessoas no Brasil, será prioridade. De acordo com a reportagem, entre os indivíduos que discutem o programa, a crise sanitária não irá desaparecer antes de 2023.
O ex-presidente Lula se reuniu com ex-ministros da Saúde de governos petistas na Fundação Perseu Abramo nesta terça-feira, 18. Eles debateram soluções para a pandemia e disseram que o Brasil deve ser protagonista para a solução da crise global.
O Globo informa que o encontro durou cerca de três horas e os participantes listaram ações para resolver o problema, tanto para as administrações municipais e estaduais do PT quanto para um eventual governo petista a partir de 2023.
Para o presidente da Fundação Perseu Abramo, Aloizio Mercadante, o grupo de seis ex-ministros e seis outros nomes, como o ex-presidente da Agência Nacional de Vigilância Dirceu Barbano e o prefeito de Araraquara, Edinho Silva, afirmam que desigualdade na distribuição de vacinas, principalmente em relação a África e Ásia, é determinante para a manutenção da pandemia.
Por isso, os petistas destacam que o Brasil deve ocupar um papel global para convencer os países mais desenvolvidos, que concentram as vacinas, a levar imunizantes para as regiões mais pobres.
“O Brasil sempre teve uma voz fundamental na diplomacia da saúde, de ser a voz do Hemisfério Sul. Hoje nos transformamos num pária. Nós consideramos estratégico o papel do Brasil como uma potência no cenário internacional, sanitária, econômica, social e política, e que ela possa ajudar o mundo a encontrar uma resposta para que o planeta possa ser vacinado”, afirmou Arthur Chioro, ministro da Saúde do governo de Dilma Rousseff entre 2014 e 2015.
Entre alguns setores da esquerda brasileira, defende-se também que o Brasil desenvolva sua própria vacina contra a Covid-19, assim como fez Cuba, uma ilha extremamente mais pobre. Desta forma, o mundo não ficaria refém dos grandes monopólios farmacêuticos e dos Estados ricos.
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