PSDB se aproxima da eleição no ponto mais grave de sua guerra interna
Tucanos enfrentam crise que pode fazer o partido encolher em bancada e em verbas, o que agravaria o ciclo vicioso de problemas
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Por Raphael Veleda, Metrópoles - A disputa pública entre dois nomes da legenda que pontuam baixo nas pesquisas, mas insistem em ser indicados como pré-candidatos à Presidência, os ex-governadores de São Paulo João Doria (SP) e do Rio Grande do Sul Eduardo Leite (RS), está jogando o PSDB em seu pior momento logo às vésperas de uma eleição que anuncia difícil, com dois pré-candidatos (Lula, do PT, e Bolsonaro, do PL) muito à frente dos demais.
Essa guerra interna, que teve seu ponto crítico nos últimos dias com o quase rompimento entre Doria e o presidente nacional do partido, Bruno Araújo, preocupa muito dirigentes, parlamentares e pré-candidatos tucanos a outros cargos, que enxergam na crise a forte possibilidade de a sigla diminuir ainda mais de tamanho, o que daria força a um ciclo vicioso que se reflete em porções cada vez menores dos fundos partidário e eleitoral.
Os tucanos, que elegeram 29 deputados federais em 2018, saíram da última janela de trocas partidárias com 23 representantes na Câmara, o que os deixou na oitava posição entre as maiores bancadas. Nas eleições federais anteriores, quando seus candidatos chegaram ao menos ao segundo turno da disputa pelo Palácio do Planalto e perderam para Dilma Rousseff (PT), em 2010 e 2014, o partido havia eleito bancadas de 53 e 54 deputados, respectivamente.
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