“Precisamos reconciliar o Brasil”, diz Marco Aurélio de Carvalho

Advogado do Grupo Prerrogativas disse à TV 247 que o jantar com Lula e Alckmin foi ponto de inflexão na política: “é possível reconstruir e reconciliar o país”

Lula e Marco Aurélio de Carvalho no jantar pela democracia do Prerrogativas, em São Paulo, no último domingo
Lula e Marco Aurélio de Carvalho no jantar pela democracia do Prerrogativas, em São Paulo, no último domingo


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247 - O jurista Marco Aurélio de Carvalho, um dos idealizadores do Grupo Prerrogativas, organizador do jantar pela democracia, afirmou que a mensagem daquela noite de domingo (19) foi de união para reconciliar e reconstruir o Brasil. O encontro reuniu lideranças democráticas das mais diversas, na articulação da frente ampla para derrotar o governo de Jair Bolsonaro, sendo as principais delas o ex-presidente Lula e o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin.

>> Leia aqui a íntegra do discurso de Lula durante o jantar

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“Essa é a grande mensagem da noite: é possível reconstruir e reconciliar o País. Para fazer isso, precisamos deixar de lado divergências políticas e eventualmente até mesmo divergências pessoais”, declarou.

Sobre a possibilidade de Geraldo Alckmin, uma das principais presenças no encontro, ser o vice na chapa de Lula, Marco Aurélio lembrou que “muita coisa ainda precisa acontecer”. “De qualquer forma, a mensagem é: podemos nos dar as mãos para focar no que é fundamental. O país voltou a viver a miséria e a sofrer com a fome, e precisa enfrentar e erradicar a fome novamente”, prosseguiu.

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Fome

O jantar ocorreu no famoso Figueira Rubaiyat, restaurante frequentado pela elite paulistana. É justamente nestes espaços, apontou o jurista, que a mensagem de combate à fome tem que ser espalhada. Segundo a jurista Gisele Cittadino, também em entrevista à TV 247, o grupo conseguiu arrecadar no evento ao menos R$ 300 mil para a campanha Natal Sem Fome, do MST.

“Tomamos uma decisão política. Fizemos o evento num restaurante na cidade de São Paulo onde geralmente não se fala sobre a fome. Fizemos isso porque é nesses espaços que temos que falar sobre a fome”, completou.

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