Precisa tem multa milionária com Saúde por atraso na entrega de preservativos

Multa de R$ 1,3 milhão da importadora da Covaxin é ignorada pelo Ministério da Saúde há mais de dois anos

(Foto: Reprodução/Twitter)


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247 - Uma multa por descumprimento do prazo de entrega de preservativos femininos, recomendada pelo Departamento de Prevenção de Infecções Sexualmente Transmissíveis do Ministério da Saúde, no valor de R$ 1,3 milhão à Precisa Medicamentos, aguarda até hoje ser aplicada pela pasta.  

De acordo com reportagem do portal UOL, esta tem sido uma prática recorrente da Precisa Medicamentos, o que levaria a empresa a não mais realizar contratos com a União. No entanto, dos 13 contratos firmados com a Precisa e o Ministério da Saúde para a entrega de preservativos, em nove houve atrasos na entrega dos produtos. Os problemas começaram logo no primeiro contrato.

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Mesmo com esse histórico, a empresa —que já recebeu R$ 96 milhões do governo federal pela venda de preservativos— se tornou este ano o principal agente no Brasil da bilionária compra da vacina indiana Covaxin. Suspensa após denúncias de irregularidades, a aquisição do imunizante é um dos principais alvos de investigação da CPI da Covid.

A primeira punição prevista em contrato, a advertência, foi cobrada no dia  dia 23 de abril de 2019, pelo diretor do Departamento de Prevenção de Infecções Sexualmente Transmissíveis, Gerson Fernando Mendes Pereira, 

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Em seguida, em 20 de maio de 2019, Gerson elaborou um relatório sugerindo ao DLOG (Departamento de Logística) do Ministério da Saúde que aplicasse uma multa de ao menos R$ 1,3 milhão para a empresa. 

A medida seria uma forma de "tentar evitar eventos semelhantes nas próximas contratações". No entanto, ainda de acordo com a reportagem, nada mais aconteceu, e não foi localizado no sistema do Ministério da Saúde nenhum outro processo que trate da multa. 

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