Precisa Medicamentos, que negociou Covaxin com o governo federal, esperava receber R$ 800 mi com venda a clínicas privadas

O dono da Precisa, Frederico Maximiano, negociava até mesmo a abertura de linha de crédito com o Ministério da Economia para que clínicas privadas comprassem a Covaxin

(Foto: Reprodução)


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247 - A Precisa Medicamentos, empresa por trás do esquema de superfaturamento na contratação pelo governo federal da vacina indiana, a Covaxin, esperava receber ao menos R$ 800 milhões com a venda do imunizante a clínicas privadas. 

O contrato entre a Precisa e a Associação Brasileira de Clínicas de Vacinas (ABCVAC), obtido pelo Estadão, foi assinado no dia 29 de janeiro. 

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Segundo o jornal, o plano de Frederico Maximiano, dono da Precisa, era fornecer 20 milhões de doses para o Ministério da Saúde, para serem distribuídas na rede pública, e outras 5 milhões para as clínicas venderem a seus clientes.

Segundo o documento, Maximiano negociava até mesmo a abertura de linha de crédito com o Ministério da Economia para que clínicas privadas comprassem a Covaxin.

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O contrato prevê que, nas compras acima de 100 mil doses, o preço de cada dose seria US$ 32,71 (R$ 160,93 ). Na menor quantidade possível de ser adquirida (2 mil a 7,2 mil doses), cada imunizante ficaria a US$ 40,78 (R$ 200,63).

Os preços estão consideravelmente acima do que definiu o laboratório Bharat Biotech, que desenvolve a Covaxin. Em abril, a empresa determinou que doses exportadas teriam preço de US$ 15 a US$ 20 para exportação e de US$ 16 para a venda a hospitais privados indianos.

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